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Convida

José Possi Neto




O Chez Croque conversou com o diretor, coreógrafo e iluminador José Possi Neto, que tece comentários sobre a cena teatral paulistana e revela seus gostos gastronômicos. 
 
Qual foi o fator decisivo que o levou ao universo das artes cênicas?
O movimento universitário de maio de 68, em São Paulo.
 
Em sua opinião, como vai o movimento teatral de São Paulo?
Agitado. Próspero. Muita merda, mas muitas coisas ótimas. Ou seja, atestado de que vivemos numa grande metrópole cultural, onde sempre o ouro e a merda convivem em paz. Do contrário estaríamos numa província.
 
Entre os grandes atores com os quais trabalhou, há aquele que considera o maior?
Num país onde o teatro já atingiu a maturidade que atingimos, não falamos do maior, mas sim dos  melhores. Eu tive o privilégio de dirigir, por várias vezes, Paulo Autran e Raul Cortez.
 
O que marca o seu trabalho de direção? Como se dá a relação com os atores?
Meu teatro é essencialmente um teatro físico. Minha relação com a dança determinou um método e uma estética pela qual sou reconhecido. Minha relação com meus atores é direta, íntima, lúdica e extremamente responsável.
 
Quais são os seus projetos para 2012?
Nova produção de dança para o STUDIO3 Cia de Dança, cujo nome é “Teu Corpo é Meu Texto” com coreografia de Anselmo Zolla e participação especial de Christiane Torloni. Estreia em Julho. Além disso, manterei temporada de “Cabaret”, por São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Brasília.
 
Qual o seu restaurante preferido em São Paulo?
Spot, Gero, Zena, Carmela, tantos!!!
 
Como você vê a gastronomia em São Paulo?
Rica, sofisticada, democrática. 
 
Você gosta de cozinhar? Qual sua especialidade?
Sim. Bolo de carne com batatas selvagens.
 
Você vê algum tipo de aproximação entre teatro e gastronomia?
Depois de um bom espetáculo nada como um bom prato, num restaurante agradável.


 

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